HP, IA e o futuro do trabalho: estamos prontos para substituir 6.000 pessoas por algoritmos?

Quando a HP anuncia que poderá substituir até 6.000 funções por sistemas de Inteligência Artificial, não estamos apenas diante de uma notícia corporativa: estamos observando, quase em tempo real, uma mudança de época. Ao longo da história, cada nova tecnologia deslocou tarefas, profissões e certezas — do tear mecânico às linhas de montagem robotizadas. A diferença, agora, é que a IA não se limita a músculos de aço; ela começa a disputar espaço com o cérebro humano, automatizando decisões, análises e até processos de recrutamento e seleção. Perguntar se empregos serão afetados é quase ingênuo; a questão central é como a sociedade, as empresas e os profissionais vão lidar eticamente com essa transição.

Do ponto de vista do mercado de trabalho e da atração de talentos, a promessa da IA é sedutora: redução de custos, aumento de produtividade, triagem mais rápida de currículos, atendimento automatizado 24/7. No entanto, cada ganho técnico carrega um dilema humano. Quem será priorizado para requalificação quando funções forem substituídas? Quais vieses serão incorporados — e amplificados — por algoritmos que aprendem a partir de dados históricos, muitas vezes marcados por discriminação de gênero, raça e idade? E, sobretudo, quem responde moralmente quando um sistema, em silêncio e em escala, passa a excluir determinados perfis de candidatos do processo seletivo? Se a responsabilidade é sempre “do software”, então, na prática, não é de ninguém.

É aqui que a ética deixa de ser um luxo filosófico e se torna requisito estratégico. Empresas que, como a HP, apostam em automação intensiva, precisam de algo mais do que um plano de corte de custos: precisam de uma política clara de responsabilidade tecnológica. Isso inclui avaliar impactos sobre comunidades e cadeias de fornecedores, estabelecer metas de requalificação realistas, monitorar continuamente sesgos algorítmicos e dar transparência aos critérios de decisão automática em recrutamento e gestão de pessoas. A questão não é impedir o avanço da IA, mas decidir conscientemente em nome de que valores ela será utilizada. Substituir 6.000 funções pode ser uma decisão economicamente racional — mas será socialmente aceitável se for tomada sem diálogo, sem preparação e sem alternativas concretas para os trabalhadores afetados?

Para profissionais de Recursos Humanos, recrutadores e líderes de negócios, a verdadeira vantagem competitiva não estará apenas em adotar a IA, mas em governá-la com responsabilidade. Isso significa desenhar processos seletivos híbridos, em que algoritmos apoiam, mas não substituem, o julgamento humano; significar investir em formação continuada em vez de obsolescência programada de carreiras; e tratar cada implementação tecnológica como um experimento ético que precisa ser monitorado e ajustado. Se a história da tecnologia nos ensina algo, é que ferramentas poderosas ampliam tanto as nossas virtudes quanto as nossas falhas. A decisão que temos pela frente — em cada nova vaga automatizada, em cada currículo filtrado pela IA — é se faremos da tecnologia um instrumento de exclusão eficiente ou um aliado consciente na construção de um mercado de trabalho mais justo, transparente e humano.

Artigo Original: HP to replace up to 6,000 roles with AI

FOBO: como o medo de se tornar obsoleto está mudando carreiras e recrutamento

FOBO, sigla para Fear of Becoming Obsolete (medo de se tornar obsoleto), descreve a ansiedade crescente de profissionais que temem ser substituídos por tecnologia, automação ou por colegas mais atualizados. Em um mercado de trabalho acelerado pela inteligência artificial, novos modelos de trabalho remoto e reskilling contínuo, o FOBO já influencia decisões de carreira, produtividade e engajamento. Trabalhadores de todas as idades relatam o medo de não acompanhar novas ferramentas digitais, perder relevância na empresa e ver sua experiência ser considerada “velha” diante de competências mais recentes.

Para recrutadores e líderes de RH, o FOBO é um alerta estratégico. Profissionais dominados por esse medo podem evitar mudanças, resistir a novas tecnologias e até recusar promoções por insegurança. Ao mesmo tempo, empresas que ignoram esse sentimento correm o risco de aumentar o turnover, adoecimento mental e queda de performance. Organizações orientadas ao futuro já estão incluindo upskilling e reskilling estruturados, trilhas de aprendizado contínuo e conversas francas sobre o impacto da IA e da automação nas descrições de cargos, nos processos de recrutamento e na jornada do colaborador.

Do ponto de vista do candidato, lidar com o FOBO exige uma estratégia ativa de empregabilidade de longo prazo. Isso inclui atualizar-se constantemente em competências digitais, desenvolver soft skills de alto valor (comunicação, resolução de problemas, pensamento crítico) e buscar formações em áreas complementares à tecnologia, em vez de competir diretamente com ela. Em processos seletivos modernos, recrutadores buscam justamente esse perfil: profissionais curiosos, adaptáveis e capazes de aprender rápido, mais do que especialistas engessados em um único conjunto de ferramentas ou métodos.

Para o ecossistema de recrutamento, o FOBO também abre espaço para novas práticas e conteúdos. Plataformas como a Recrutamento.com podem orientar candidatos e empresas com guias de carreira, diagnósticos de competências e vagas que descrevam claramente quais habilidades serão impactadas por IA e automação. Ao transformar o medo de se tornar obsoleto em um gatilho para aprendizado contínuo, planejamento de carreira e recrutamento mais transparente, o mercado brasileiro consegue atrair, engajar e reter talentos mais preparados para o futuro do trabalho – reduzindo a ansiedade e aumentando a confiança de todos os envolvidos.

Artigo Original: What is FOBO? The Fear of Becoming Obsolete Has Gripped Workers

Por que o RH está falhando na adoção de IA – e por que seus melhores talentos estão pedindo demissão

A inteligência artificial já saiu da esfera da tendência e se tornou uma exigência estratégica no dia a dia de recrutamento, gestão de pessoas e desempenho. No entanto, como mostra o artigo da HCAMAG, muitos departamentos de RH estão falhando em dar suporte real aos gestores na implementação de IA – e o resultado é direto: frustração, queda de produtividade e, principalmente, aumento da rotatividade. Profissionais qualificados não aceitam mais trabalhar em empresas que utilizam IA de forma improvisada, sem transparência, sem treinamento e sem uma visão clara de impacto em suas carreiras.

Quando a liderança de RH não prepara gestores para usar IA com responsabilidade – definindo diretrizes, indicadores e limites éticos – surgem problemas graves: decisões enviesadas em recrutamento, avaliações de desempenho injustas e sobrecarga de trabalho para quem tenta “corrigir” o que o algoritmo errou. Do ponto de vista de Employee Experience, isso mina a confiança, a sensação de justiça interna e o engajamento. Do ponto de vista de marca empregadora, a mensagem para o mercado é péssima: uma empresa que fala de inovação, mas não oferece governança, treinamento nem escuta ativa sobre como a tecnologia afeta o trabalho real.

Para reverter esse cenário e reter talentos em um mercado cada vez mais competitivo, o RH precisa assumir o protagonismo em três frentes: educação (formação contínua de gestores e equipes em IA aplicada a RH), governança (políticas claras sobre uso de dados, transparência de critérios automatizados e revisão humana obrigatória em decisões críticas) e experiência do colaborador (envolver funcionários na escolha e avaliação das ferramentas de IA, medindo impacto em carga de trabalho, desempenho e bem-estar). Empresas que tratam IA como um projeto de TI, e não como uma mudança profunda de gestão de pessoas, continuarão perdendo seus melhores profissionais para concorrentes mais maduros digitalmente.

Para quem atua em recrutamento, seleção e gestão de talentos no Brasil, este é o momento de transformar IA em vantagem competitiva e não em fonte de conflito. Otimizar descrições de vagas com IA generativa, automatizar triagens sem perder o olhar humano, personalizar jornadas de desenvolvimento e usar analytics para decisões de gente são práticas que aumentam performance, reduzem custos e melhoram a experiência de candidatos e colaboradores. As organizações que alinham estratégia de pessoas, tecnologia e cultura tendem a atrair mais candidatos qualificados, melhorar seus indicadores de retenção e dominar buscas em temas como “IA em RH”, “recrutamento com inteligência artificial” e “tendências de tecnologia para gestão de pessoas” – ganhando relevância tanto em SEO quanto em AEO.

Artigo Original: HR is failing managers on AI and employees are walking out because of it

HP anuncia substituição de até 6.000 cargos por IA: o que isso sinaliza para o futuro do trabalho?

A HP anunciou que poderá substituir até 6.000 funções por inteligência artificial (IA), em um movimento que reacende o debate global sobre o futuro do trabalho. Não se trata apenas de um ajuste pontual: quando uma gigante de tecnologia toma uma decisão dessa magnitude, o restante do mercado observa, aprende e, muitas vezes, segue o mesmo caminho. Para profissionais de RH, recrutamento e gestão de pessoas, a mensagem é clara: a automação não é mais tendência – é realidade concreta, com impacto direto em emprego, carreiras e estratégias de talento.

O grande ponto de atenção não é apenas a redução de vagas, mas a transformação profunda dos perfis requeridos. Funções mais operacionais e repetitivas tendem a ser automatizadas, enquanto cresce a demanda por competências analíticas, digitais e estratégicas, além de habilidades comportamentais como adaptabilidade, pensamento crítico e colaboração. Para atrair e reter talentos em um contexto em que a IA assume parte do trabalho, empresas precisarão rever descrições de cargos, trilhas de desenvolvimento e modelos de avaliação de desempenho, priorizando aprendizados contínuos e requalificação (reskilling e upskilling).

Para profissionais de recrutamento, o recado é ainda mais sensível: ou você aprende a usar IA a seu favor – para mapear talentos, agilizar triagens, gerar insights de people analytics – ou corre o risco de ser substituído por quem souber. Em vez de temer a tecnologia, o RH estratégico passa a atuar como protagonista na transição, redesenhando estruturas, negociando com a liderança e preparando colaboradores para novas funções, inclusive aquelas que ainda nem existem. Quem sair na frente nessa adaptação ganhará vantagem competitiva no mercado de trabalho.

Se a HP está disposta a remodelar milhares de cargos, é questão de tempo até que o impacto chegue, em maior ou menor escala, ao Brasil e à sua empresa. A pergunta não é mais se a IA vai afetar a sua área, mas quando e em que intensidade. Profissionais e organizações que começarem agora a debater cenários, investir em formação e rever estratégias de recrutamento estarão melhor posicionados para não apenas sobreviver, mas crescer em um mercado cada vez mais automatizado. Ignorar esse movimento pode custar caro – em empregabilidade, resultados e relevância.

Artigo Original: HP to replace up to 6,000 roles with AI

Ela mudou o gênero no LinkedIn e teve 400% mais visualizações: o que isso revela sobre vieses no recrutamento

Uma profissional relatou que, ao alterar o gênero no seu perfil do LinkedIn, suas visualizações de página aumentaram em 400%. O caso, descrito no artigo da Evil HR Lady, levanta uma questão incômoda para o mercado de trabalho: até que ponto gênero – ou a percepção que recrutadores têm sobre ele – influencia quem é visto, contatado e, potencialmente, contratado? Embora seja difícil provar causalidade com um único exemplo, o impacto numérico chama atenção e serve como alerta para profissionais de RH e líderes de recrutamento.

É fundamental considerar que outros fatores também podem explicar o aumento nas views: mudanças no algoritmo do LinkedIn, maior atividade da pessoa na plataforma, melhorias no próprio perfil, uso de palavras-chave mais estratégicas ou até participação recente em grupos e publicações virais. Ainda assim, o fato de a alteração de gênero coincidir com esse salto gera um debate necessário sobre vieses inconscientes. Se um simples ajuste em um campo de perfil muda drasticamente a visibilidade, isso indica que alguns filtros – humanos ou algorítmicos – podem estar privilegiando determinados perfis em detrimento de outros.

Para as empresas brasileiras que desejam ampliar sua marca empregadora e atrair talentos diversos, o recado é claro: confiar apenas em impressões superficiais e em mecanismos automáticos pode reforçar desigualdades, afastar candidatos qualificados e limitar a inovação. É hora de rever critérios de triagem, parâmetros em sistemas de recrutamento e a forma como se avaliam currículos e perfis on-line. Treinamentos de viés inconsciente, revisões estruturadas de job descriptions e análises regulares das etapas do funil de recrutamento podem revelar onde a discriminação, ainda que não intencional, está atuando.

Do ponto de vista estratégico, RH e recrutadores devem usar esse tipo de caso como gatilho para medir, com dados, quem realmente está sendo alcançado pelos anúncios e processos seletivos. Monitorar métricas por gênero, idade, raça e outros recortes – sempre de forma ética e em conformidade com a LGPD – ajuda a identificar distorções e corrigir rotas. Em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, as organizações que conseguirem reduzir vieses e ampliar de forma genuína a diversidade terão não apenas mais candidatos visualizando suas vagas, mas também maior engajamento, inovação e resultados de negócio sustentáveis.

Artigo Original: She Switched Her Gender on LinkedIn and Page Views Grew by 400%. There Could Be Other Reasons, Too

Empregadores acham que 51 anos já é velho – o que você precisa saber para virar o jogo

Você provavelmente acha que aos 50 anos — ou mais — você ainda está no auge da experiência, com know-how, maturidade e competências que só o tempo dá.
Mas a realidade está mostrando outro cenário …

Segundo um relatório recente da Australian HR Institute e da Australian Human Rights Commission, quase 1 em cada 4 empregadores já considera profissionais entre 51 e 55 anos como “velhos” no mercado de trabalho. ABC+1
E esse dado é alarmante por vários motivos — especialmente para quem busca recolocação, promoção ou até mesmo manter-se ativo no mercado após os 50.


🧩 Por que esse viés contra profissionais “50+” importa?

  1. Talento e experiência ignorados
    Profissionais com décadas de atuação trazem estabilidade, insights e habilidades interpessoais maduras — e, mesmo assim, estão sendo rotulados como “velhos demais”. humanrights.gov.au+1
  2. Em plena escassez de habilidades
    O relatório aponta que, mesmo com mais da metade das empresas dizendo ter vagas difíceis de preencher, apenas 56 % declararam estar “muito abertas” a contratar pessoas com 50-64 anos. humanrights.gov.au
  3. O custo para quem está à margem
    Quando você é etiquetado como “demasiado velho” antes mesmo de uma entrevista, portas se fecham — sem que seja avaliado o valor real entregue. Esse estigma reduz chances, visibilidade e até motivação.

📊 O que os números mostram

  • Em 2025, 24 % dos profissionais de RH da Austrália classificam pessoas de 51-55 anos como “trabalhadores mais velhos”. humanrights.gov.au
  • Esse percentual era aproximadamente 10 % apenas dois anos antes — o que revela uma aceleração preocupante desse viés. ABC+1
  • Apenas 28 % das empresas dizem estar “muito abertas” a contratar pessoas com 65 ou mais anos. humanrights.gov.au
  • Profissionais acima de 50 anos são menos valorizados quanto à fluência digital, mesmo quando apresentam forte desempenho em outras áreas. humanrights.gov.au

🚀 Como você que está com 50+ pode virar esse jogo

Para quem está nessa faixa etária e quer conquistar relevância no mercado de trabalho — ou reposicionar-se — aqui vão 5 estratégias claras:

  1. Atualize seu currículo com foco no impacto recente
    Julgue sua experiência pelos últimos 10-15 anos, destaque resultados atuais. Evite datas que evidenciem “geração” — concentre-se em resultados, não em histórico de décadas.
  2. Demonstre fluência digital e aprendizagem contínua
    Mesmo que você não seja “nativo digital”, mostre que aprendeu, adaptou-se e domina ferramentas ou processos modernos. Isso desmonta o estereótipo de “velhice tecnológica”.
  3. Enfatize o valor da maturidade e da inteligência emocional
    A estabilidade, a habilidade de lidar com crises, o mentoring são ativos raros. Faça-os aparecerem em seu pitch profissional.
  4. Use seu perfil comportamental como diferencial
    Se você conhece seu perfil psicométrico ou comportamental (visual, auditivo, cinestésico; ou via DISC, Big Five etc.), conecte-o à próxima função. Valorize o que mais corresponde ao novo papel, não apenas o que você fez no passado.
  5. Conecte-se a nichos e funções que valorizam “experiência + sabedoria”
    Projetos de change management, consultoria interna, mentoring, governança, qualidade, “mulheres e seniores” — são funções onde 50+ pode ser vantagem competitiva.

🎯 Para recrutadores e empresas: a mudança de mindset é urgente

Não se trata apenas de “ser justo”. Trata-se de capturar o melhor talento disponível. A demografia mudou, a expectativa de vida aumentou, e a força de trabalho está mais qualificada do que nunca — mesmo após os 50. Ainda assim, persistem vieses que impedem o aproveitamento desse ativo.

Empresas que abraçarem a inclusão etária ganharão:

  • Maior diversidade cognitiva
  • Retenção de conhecimento crítico
  • Equipes mais equilibradas

Como disse o comissário de discriminação por idade da Austrália: “Não solucionaremos o problema de produtividade a menos que aumentemos significativamente a participação da força de trabalho.” ABC+1


🔍 Quer saber mais / Ação imediata

Se você está com mais de 50 anos ou lidera equipes com essa faixa etária, convido você a:

  • Fazer um teste de perfil comportamental no Personalidades.mobi para entender melhor seus trunfos no mercado
  • Avaliar seu currículo à luz das dicas acima
  • Procurar funções e culturas organizacionais que valorizem maturidade

👉 Clique aqui para acessar o teste gratuito no Personalidades.mobi

Lembre-se: idade não é sinônimo de limitação — pode ser o seu melhor diferencial competitivo quando bem articulado.

Qual profissão combina com sua personalidade?

Você já se perguntou por que algumas pessoas parecem “nascidas” para certas profissões, enquanto outras se sentem fora do lugar — mesmo com o mesmo diploma?
A ciência acaba de lançar luz sobre essa questão.

Um estudo internacional analisou mais de 250 profissões e encontrou um padrão claro: seu perfil de personalidade é um dos fatores mais determinantes para o sucesso e a satisfação profissional — até mais do que a formação ou o salário inicial.


💡 O que o estudo descobriu

A pesquisa, publicada pela Psychology Today, mostrou que certos traços de personalidade aparecem com frequência em grupos profissionais específicos:

  • Pessoas criativas e abertas tendem a prosperar em áreas como marketing, design, comunicação e empreendedorismo.
  • Perfis mais analíticos e detalhistas se destacam em engenharia, finanças, tecnologia e pesquisa científica.
  • Indivíduos altamente sociais e empáticos encontram realização em recursos humanos, saúde e educação.
  • personalidades práticas e focadas em resultados costumam brilhar em vendas, gestão e operações.

Em outras palavras, o que motiva e energiza você no dia a dia está profundamente ligado à forma como sua mente percebe o mundo e toma decisões.


🎯 O perigo de ignorar o próprio perfil

Segundo o estudo, pessoas que escolhem carreiras incompatíveis com seus traços comportamentais têm até 42% mais chance de se sentirem frustradas ou desmotivadas no trabalho.
Isso explica por que tantos profissionais mudam de carreira, buscam transições ou simplesmente “não se encaixam” nas empresas.

Mas a boa notícia é: autoconhecimento é o antídoto.

Quando você entende o seu perfil comportamental, pode escolher — ou ajustar — sua trajetória de forma muito mais alinhada ao seu verdadeiro modo de funcionar.


🧠 O poder do autoconhecimento aplicado à carreira

Empresas inovadoras já estão utilizando testes de personalidade e comportamento em seus processos de recrutamento e gestão.
Isso não serve apenas para “avaliar candidatos”, mas para criar combinações mais harmoniosas entre pessoas, times e cultura organizacional.

Imagine uma equipe onde cada membro atua exatamente no tipo de tarefa que se alinha à sua forma natural de pensar e reagir.
Produtividade e bem-estar deixam de ser metas — e viram consequência.


🚀 Descubra agora o seu perfil

Se você ainda não sabe qual profissão combina com a sua personalidade, esse é o momento ideal para descobrir.
Em apenas alguns minutos, você pode entender como você pensa, se comunica e toma decisões — e quais carreiras mais se encaixam com o seu estilo.

👉 Faça o teste gratuito no Personalidades.mobi e descubra seu perfil comportamental agora.

Você pode se surpreender com o resultado — e talvez até enxergar sua carreira sob uma nova perspectiva.

Diploma Universitário: Um Passaporte para o Futuro do Trabalho?

Recentemente, um artigo da Xataka Brasil destacou a relação entre a formação acadêmica e a taxa de desemprego na Europa, revelando que os profissionais com diploma universitário enfrentam índices de desemprego consideravelmente menores. Isso pode abrir um novo debate sobre o papel da educação no mercado de trabalho e como projetaremos o recrutamento e seleção nos próximos anos.

Com uma taxa de desemprego de apenas 5,7% para graduados, em contraste com 24,5% entre aqueles sem formação superior na Espanha, fica evidente que as oportunidades de emprego são mais favoráveis para os diplomados. Isso leva a refletir: será que, mesmo em um mercado de trabalho cada vez mais tecnológico, o diploma ainda é um pré-requisito indispensável? Como as empresas estão mudando suas abordagens na seleção de candidatos?

A crescente automação e a utilização de tecnologias inteligentes no recrutamento estão desafiando paradigmas tradicionais. Empresas estão priorizando habilidades interpessoais e experiências práticas ao invés de apenas diplomas. Este contexto exige que candidatos estejam prontos para se reinventar e adaptar suas habilidades diante de um mercado em constante transformação. Para mais insights sobre como se preparar para essa nova realidade, confira nosso conteúdo sobre [habilidades do futuro](https://www.recrutamento.com/habilidades-do-futuro).

Enquanto a moderna tecnologia de recrutamento continua a evoluir, a educação formal pode não ser o único caminho, mas definitivamente ainda é um diferencial. Assim, como você pode se destacar em um mundo que valoriza tanto o conhecimento técnico quanto as habilidades interpessoais? Essa dúvida ressoa entre os jovens profissionais e deve ser parte da reflexão sobre o futuro do trabalho. Para mais dicas sobre crescimento profissional, acesse [Recrutamento.com](https://www.recrutamento.com).

Fonte: https://www.xataka.com.br/carreira/ter-um-diploma-universitario-e-vantagem-no-mercado-trabalho-na-europa-os-numeros-mostram-que-eles-desemprego-e-menor

Seu Futuro Profissional: Controlado por Robôs?

Nos últimos anos, a tecnologia tem transformado rapidamente a forma como as empresas realizam o recrutamento e a seleção. A nova era do trabalho sugere que seu currículo pode ser lido e avaliado por robôs antes mesmo de chegar nas mãos de um recrutador humano. Isso levanta uma série de questões sobre como será o futuro do recrutamento e a segurança que os candidatos têm em relação a suas aplicações.

Segundo um artigo publicado no Olhar Digital, os robôs de recrutamento utilizam inteligência artificial para filtrar milhares de currículos em questão de segundos. Este processo, embora eficiente, não é isento de falhas. A automação pode levar a erros de interpretação de dados, negligenciando informações cruciais ou, em alguns casos, atribuindo qualidades que o candidato simplesmente não possui. Imagine ser descartado de uma oportunidade porque um algoritmo não entendeu seu histórico profissional da maneira correta!

### A Evolução da Análise de Currículos

Tradicionalmente, os candidatos eram incentivados a rechear seus currículos com palavras-chave específicas, como “Python” ou “Excel avançado”, para garantir que não fossem ignorados. No entanto, os modelos de IA mais modernos não se restringem a isso. Eles agora avaliam o contexto, conseguem identificar habilidades e não dependem apenas de correspondência exata de terminologias. Isso muda o jogo e traz novas oportunidades para aqueles que não se enquadram nos padrões tradicionais de vocabulário do setor.

Além disso, plataformas como o LinkedIn têm surgido com ferramentas avançadas, como o Job Match, que avaliam o perfil do usuário em relação às vagas disponíveis. Isso não só ajuda o candidato a encontrar oportunidades mais adequadas, mas também treina o sistema a entender melhor os perfis dos usuários, minimizando a necessidade de precisão e fragmentação nos currículos.

### O Papel do Recrutador Humano

Mesmo com o avanço dessas tecnologias, especialistas enfatizam que a decisão final sobre a contratação deve sempre ser feita por humanos. A compreensão empática e a capacidade de análise crítica das experiências de vida que um candidato traz são difíceis de quantificar por sistemas automatizados. Portanto, mesmo que as ferramentas de IA estejam cada vez mais sofisticadas, a relação humana no recrutamento não deve ser completamente eliminada. Essa junção de aprendizado automático e julgamento humano pode oferecer um processo de seleção mais justo e eficaz.

A reflexão que fica é como você, profissional em busca de nova colocação, pode se preparar para essa nova realidade? Seu currículo e habilidades estão alinhados com o que essas novas tecnologias demandam? Visite [Recrutamento.com](https://www.recrutamento.com) para dicas sobre como otimizar seu perfil e se destacar neste cenário em constante evolução.

Fonte: https://olhardigital.com.br/2025/04/13/internet-e-redes-sociais/um-robo-pode-decidir-seu-futuro-profissional/

AI: O Futuro das Carreiras em Recrutamento e Seleção

A evolução da inteligência artificial (IA) está reformulando os paradigmas do trabalho, trazendo uma nova dinâmica ao recrutamento e à seleção online. A análise feita no artigo da ABC News revela que mais do que substituir empregos, a IA está redesenhando as funções e habilidades requeridas no mercado. Um exemplo é o relato de profissionais que, como a designer Max Hamilton, estão adaptando suas carreiras para acompanhar as mudanças do setor, investindo em criatividade e habilidades que as máquinas ainda não conseguem replicar totalmente.

Além disso, o estudo da Jobs and Skills Australia destaca os setores mais vulneráveis à automação, ao mesmo tempo que aponta para áreas onde a IA pode aumentar a produtividade. Isso levanta uma questão crucial: como os profissionais podem se preparar para essa transição? A resposta pode estar em desenvolver um conjunto de habilidades diversificadas, que combine competências técnicas com habilidades interpessoais, essenciais em um ambiente de trabalho emergente. Como ilustrado pelas experiências da designer Melanie Fisher, usar a IA para impulsar inovações, como o desenvolvimento de aplicativos, pode ser o caminho para não apenas sobreviver, mas prosperar nessa nova era.

À medida que a tecnologia avança, os profissionais de recrutamento e seleção terão um papel vital na identificação das habilidades necessárias para o futuro. Refletir sobre essa transição é fundamental para aqueles que buscam não apenas um emprego, mas um crescimento profissional contínuo. Estar à frente na curva de adaptação da IA pode ser a chave para uma carreira bem-sucedida. Para mais insights sobre como a IA está moldando o futuro do trabalho, você pode acompanhar outros artigos em nosso site.

Fonte: https://www.abc.net.au/news/2025-09-01/artificial-intelligence-impact-on-future-job-prospects/105708090